
Todos os anos, 1,4 milhões de cidadãos europeus desenvolvem demência — o equivalente a um novo caso a cada 24 segundos. E o impacto da doença vai muito além de quem a vive, envolvendo também milhões de familiares e cuidadores.
Hoje, dia 21 de setembro, o Dia Mundial do Alzheimer lembra-nos que, por detrás de cada diagnóstico, existe uma pessoa, uma história e uma família.
Mais do que sensibilizar para a doença, é uma data que nos convida a refletir sobre o que podemos fazer para proporcionar mais bem-estar, dignidade e qualidade de vida a quem vive com Alzheimer.
É precisamente sobre isso que falamos neste artigo: como a tecnologia pode ser uma importante aliada no cuidado.
A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência e caracteriza-se pela perda progressiva de funções cognitivas, como a memória, o pensamento e o raciocínio.
Embora cada pessoa possa viver a doença de forma diferente, alguns dos sinais mais frequentes incluem:
Atualmente, não existe uma cura para a demência. Mas há muito que pode ser feito para apoiar a pessoa e os seus cuidadores.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, as evidências sugerem que a adoção de comportamentos e estilos de vida saudáveis pode contribuir para reduzir o risco de declínio cognitivo e demência. Entre as estratégias destacadas encontram-se:
Mas, para além destas dimensões, há algo que é igualmente relevante considerar: combater o isolamento, criar ligação e ajudar cada pessoa a continuar a sentir que pertence, que participa e que os seus dias têm significado.
A investigação reforça esta importância: um maior sentido de propósito na vida tem sido associado a melhores resultados cognitivos e a um menor risco de demência, enquanto a solidão tem sido relacionada com um risco acrescido de desenvolver a doença.
Estas áreas podem ser trabalhadas de diferentes formas, incluindo com o apoio da Sioslife. Veja alguns exemplos:
A estimulação cognitiva é importante para manter a mente ativa e trabalhar capacidades como a memória, a atenção, a linguagem e o raciocínio.
A Sioslife pode apoiar este trabalho, oferecendo aos profissionais diferentes formas de adaptar as atividades aos interesses, capacidades e ritmo de cada pessoa, como:
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Mesmo em fases mais avançadas da doença de Alzheimer, a música tem o poder de despertar emoções, evocar memórias e reduzir os momentos de inquietação.
Por isso, o acesso a conteúdos que façam parte da história e da geração das pessoas mais velhas, alinhados com os seus gostos e preferências, pode tornar estas experiências ainda mais significativas.

O corpo e a mente estão profundamente ligados.
Mas mais do que “fazer exercício”, importa manter a pessoa ativa de forma adaptada e motivadora.
A Sioslife pode ajudar a tornar estes momentos mais envolventes. Através de jogos como “Apanhar Frutas” ou “Bolas de Sabão”, é possível trabalhar o movimento de uma forma mais lúdica e interativa.
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À medida que a doença progride, encontrar as palavras certas ou acompanhar uma conversa pode tornar-se mais difícil. Mas a necessidade de ligação, presença e afeto permanece.
As videochamadas da Sioslife foram pensadas para tornar esse contacto mais simples: com apenas dois toques, a pessoa mais velha pode iniciar uma chamada e continuar próxima de familiares e amigos, mesmo quando a distância física os separa.
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O Dia Mundial do Alzheimer recorda-nos que, por detrás de cada diagnóstico, continuam a existir oportunidades para a pessoa se manter ativa, participar, comunicar, movimentar-se e divertir-se.
É nesse caminho que a tecnologia pode fazer a diferença: aproximando pessoas, complementando o trabalho dos profissionais e ajudando a tornar o cuidado mais humano e significativo.
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